Um depoimento tenso que durou três horas e meia marcou o início do júri popular em que o ex-seminarista Gil Rugai é julgado pelos assassinatos de seu pai, Luiz Carlos Rugai, e a madrasta, Alessandra de Fátima Troitino.
O primeiro a ser ouvido foi a testemunha da acusação considerada chave também pela defesa --o vigia da rua em que o casal assassinado morava. Segundo a investigação, ele teria visto Gil Rugai saindo da cena do crime.

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