O assistente de acusação no julgamento do caso do sumiço de Eliza Samudio, José Arteiro Cavancanti, não confirmou ainda um possível acordo de confissão do goleiro Bruno, que é julgado hoje pelo crime, em Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte). Segundo Arteiro, no entanto, as condições dessa possível confissão não estão claras. "A coisa tem de ser boa para todas as partes", afirmou.
"Não conversamos ainda com o promotor [Henry Castro] nem com a defesa, mas caso o Bruno confesse tudo, quem foi que pagou e quem foi quen executou o crime, a sua pena pode ser reduzida de 35 anos para 18", afirmou.
Arteiro disse acreditar que partes do corpo de Eliza --a modelo teria sido esquartejada depois de ser morta-- ainda podem aparecer e facilitar a identificação por meio de DNA.
"Esse corpo está perto de aparecer", afirmou, sem explicar que informações teria para embasar sua tese.

Nenhum comentário:
Postar um comentário