Remédio para enfrentar o caos no atendimento dos hospitais federais do Rio, o
APH (Auxílio de Plantão Hospitalar) saiu do Ministério da Saúde com a vocação de
fixar médicos e enfermeiros nos plantões. Um dinheiro extra (R$ 850) capaz de
manter o profissional por mais 12 horas semanais, além da escala de trabalho,
cuidando dos pacientes de baixa renda. Medida espetacular não fosse o efeito
colateral trazido pelo ‘jeitinho brasileiro’, que
transformou o programa no autêntico bolsa-amigo ou ‘bocão’.
No Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, o esquema consome por mês R$ 266 mil e não resolve o problema da falta de pessoal. Tanto que em várias semanas do mês de julho, a emergência não funcionou. Motivo: havia apenas um médico para atender os 21 pacientes internados. Quem chegava dava de cara com um cartaz lacônico na porta de entrada: “emergência fechada”.
No Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, o esquema consome por mês R$ 266 mil e não resolve o problema da falta de pessoal. Tanto que em várias semanas do mês de julho, a emergência não funcionou. Motivo: havia apenas um médico para atender os 21 pacientes internados. Quem chegava dava de cara com um cartaz lacônico na porta de entrada: “emergência fechada”.
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